Escritora · memória e prosa poética

Escrevo para não ser escrita apenas pelo que fizeram de mim.

Memória, poesia e alerta sobre as violências que se disfarçam de afeto, autoridade ou cuidado, e sobre o que uma mulher faz com elas.

Capa do livro Eu tenho dó, de Elen Cristina do Nascimento
Novo livro

Eu tenho dó

Uma menina migrante aprende, diante das serpentes do Butantã, que o perigo que se mostra é menos cruel do que a ternura que mente. Décadas depois, a mulher que ela se tornou descobre que o mundo está cheio de serpentários sem vidro: na casa, no trabalho, no amor, nos processos.

Dó de pena. Dó de nota musical. Dó de quem já sentiu muito e, mesmo assim, escolheu cantar.

“A dor não me tornou um monstro. Tornou-me defensora.”
Lançamento digital em 2026

Obras

Memória · 2026

Eu tenho dó

Prosa poética, um poema, uma carta escrita como playlist e uma oração trazida pelo vento.

Poema · 2025

O Grito que Cala o Silêncio

Selecionado no I Concurso de Crônicas e Poesias do IBDFAM e publicado na coletânea Horizontes de Afeto, lançada no XV Congresso Brasileiro de Direito das Famílias e Sucessões.

Livro-canto · em preparação

Sob o Axé que me Guia

Os Orixás, os caminhos e a mulher que me tornei. Pontos, saudações e rito.

Ensaio · em preparação

A Banalidade da Aposta

O mal permitido, a publicidade e o adoecimento de uma nação.

Memória · em escrita

Nada disso vai escrito

Livro de memória, resiliência e alerta.

Sobre a autora

Elen Cristina do Nascimento, escritora

Nasci em Minas Gerais e cheguei a São Paulo aos dois anos, em 1970, numa família empurrada pelo êxodo rural. Cresci entre a pobreza, o medo e as visitas de fim de semana ao serpentário do Butantã, onde aprendi a olhar.

Estudei Direito, tornei-me advogada em 1997 e criei minha filha sozinha. Sou Mestre em Ciências Jurídicas pela Washington & Lincoln University (título obtido no exterior), pesquisadora do Centro Universitário Estácio Brasília, com onze artigos em periódicos jurídicos, e atuo como advogada voluntária no acolhimento a mulheres em situação de violência.

Filha de Oxum Opará, com Xangô como juntó, escrevo como quem acende uma vela: com fé, com tremor, com verdade. Vivo em Belo Horizonte.

Se você está vivendo violência

Você não está sozinha. Peça ajuda, mesmo que ainda não saiba o que fazer.

180Central de Atendimento à Mulher. Gratuita, 24 horas.
190Polícia, em caso de perigo imediato.
188CVV, Centro de Valorização da Vida. Gratuito, a qualquer hora.
DDMDelegacia de Defesa da Mulher e Defensoria Pública da sua cidade.

Contato

E-mail: elencrisn@hotmail.com

Para imprensa, convites para palestras e lançamentos.

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